“Mirandiba, História e Memória” tem a finalidade de contribuir para construção da memória social, política, econômica e cultural de Mirandiba. A importância dessa pagina é um maior conhecimento da história da própria cidade, bem como também sua preservação e, um reconhecimento da importância de cada pessoa como parte integrante na formação da cultura Mirandibense desse povo acolhedor e humilde.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Breve descrição da fundação de Mirandiba.
No dia 21/01/1912 os comerciantes receberam a ordem de despejo impetrada pelo proprietário da Fazenda Vázea do Tiro (Urbano Alves de Carvalho) contra todos os habitantes do povoado das terras da fazenda e entre eles eles estava Elizeu Campos e outros comerciantes que faziam a feira neste local para vender seus produtos.
Nesse contexto, o Sr. João Barbosa de Barros, dono da fazenda Quixabeira anunciou um novo local, o alto da queixada para ser realizada a feira hoje a qual foi doada ao patrimônio de São João Batista pelo devoto João Barbosa de Barros.
Em 22/01/1912, Elizeu Campos e seus cunhados, Tiburtino Alves de Carvalho e Francisco de Carvalho Barros derrubaram a mata e fizeram a primeira feira. O nome do povoado foi Queixada. Esse nome ocorreu devido a morte de um porco queixada muitos anos atrás por um escravo de nome Leandro.
Em 1915 foi construída a 1a casa de tijolo pelo Capitão Elizeu Campos, e elevada à categoria de Vila.
Em 1932 foi construída a Igreja de São João Batista, tendo como vigário o padre Manoel Gomes. A Paróquia foi criada em 9 de junho de 1968. O município foi criado em 20 de novembro de 1958, pela lei estadual nº 3234 e teve o primeiro prefeito nomeado: Francisco Torres de Carvalho. O atual município de Mirandiba, teve 3 denominações: 1º) Vila Queixada (devido ao porco selvagem morto na ocasião). 2º) São João dos Campos (João em homenagem ao doador e Campos ao fundador) 3º) Mirandiba (Nome indígena que significa Porco Queixada, nome dado pelo jornalista Mario Melo).
Anualmente, no dia 11 de março Mirandiba comemora a sua emancipação política.
Referências:
Genealogia Pernambucana. Famílias do sertão de Pernambuco.
Biblioteca do IBGE.
Muitas vezes ouvir essa história da fundação com meu pai (Antônio Tiburtino de Carvalho), minha tia (Ursulina Alves de Carvalho), José de Carvalho Campos e tio Né (Manoel Furtado de Carvalho) o qual presenciou todos os fatos.
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